sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Paremos para pensar naquilo que realmente importa.

Já todos sabemos que, num minuto, a vida pode mudar drasticamente. Mas acho que, na verdade, só nos apercebemos da realidade por trás disso quando vivemos um desses momentos - em que, de um segundo para o outro, tudo se altera.
Tive sorte, tive muita sorte. Enquanto me tentei armar em super mulher e me preparava para aprender a voar, tropecei de um lance de escadas e fui parar a um pilar, do qual fui projetada contra o chão. E, acreditem, estava tudo bem no segundo que antecedeu todo este espetáculo. Estávamos a falar da aula que íamos ter a seguir, e do quão bom estava a ser receber os novos caloiros. Mas, de um momento para o outro, senti o meu mundo a desmoronar. Não vi a luz ao fundo do túnel, mas senti o medo persistente por desconhecer o que poderia advir dali.
Felizmente, fiz apenas um TCE ligeiro, sem grandes complicações. As dores ainda são bastantes e o corpo, dorido, ainda está a sofrer pela aventura em que me meti. Mas sou uma sortuda. Podia ter corrido tudo mal, mas correu tudo bem.
E isto deixou-me a pensar.
Já repararam como, numa fração de segundos, a nossa vida pode mudar tanto? Não desperdicem oportunidades, não atribuam tanto valor ao supérfluo. Vivam, aprendam, mudem, cresçam, mas sejam felizes. Sejam muito felizes. Se não sabemos o que acontecerá daqui a um minuto, nem imaginamos o que poderá acontecer amanhã. Então façam valer a pena.

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Adaptar-se.

Confesso que, por vezes, a vida prega-nos tantas partidas que a vontade que sobressai é a de gritar aos sete ventos tudo aquilo que nos faz sentir mal. É desabafar com o mundo e esperar que, em parte, ele nos retribua algum conselho ou, pelo menos, partilhe um pouco dessa nossa dor, para não nos sentirmos tão sós.
No entanto, tenho vindo a aprender que, enquanto não nos adaptar-mos a nós e às nossas próprias circunstâncias, as coisas vão continuar a parecer levar o rumo errado. Temos de aprender a tirar proveito das mais pequenas coisas, daquelas que parecem monótonas. E temos de deixar, por outro lado, de atribuir tanto valor a coisas irrisórias, que em nada mudam o percurso da nossa curta passagem pela vida. 
Porque é que perdemos tanto tempo a falar sobre o que está mal? Ou a atentar sobre os erros que os outros cometem? Porque é que perdemos tanto tempo a falar da vida alheia? Afinal, o que é que cada um de nós valoriza de verdade? 
Se tem a ver com o risco que te fizeram no carro, com o "gosto" que não colocaram na tua publicação, com o facto de a internet não ter tão bom sinal como nos outros dias, ou até com o facto de seres obrigado a comer a comida fria, naquele dia, pela correria do quotidiano... então estamos mal. Estamos muito mal. Paremos de atribuir importância ao que não é, realmente, importante. Devemos dar lugar ao que nos faz bem de verdade: à família, ao amor, à aprendizagem, aos amigos, àquilo que fazemos pela nossa própria pessoa. E, quando as coisas não estiverem tão bem, depois de chorarmos (porque chorar também faz falta para o nosso desenvolvimento) devemos ser capazes de nos levantar, de arranjar estratégias para ultrapassar determinado obstáculo, e de crescer com isso, sem levar no peito a mágoa e a frustração de algum acontecimento marcante. Que carreguemos lições ao invés de dor. E que nos saibamos, sempre, adaptar às novas circunstâncias de forma saudável.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Here I am, once again.

Começou tudo outra vez. E este é um momento particularmente difícil. Estou naquela que é a minha cama durante a semana, felizmente já tenho comigo a minha almofada que me faz sentir um pouco mais perto de casa. Na noite anterior dormi apenas 2 horas. Não sei como é que hoje me mantive em pé todo este tempo, mas o que é certo é que mantive o olhar encavacado de quem não dormiu o suficiente. A luz do outro canto do quarto, bem próxima, está acesa. A minha colega de quarto está no computador, provavelmente a estudar, e eu estou desejosa que ela termine o que tem a fazer para que possa desligar tudo. Eu só consigo dormir no escuro e no silêncio. Mas assim é difícil, e torna as minhas vindas para cá um pouco mais tortuosas. Sou uma pessoa que precisa de privacidade, de estar sozinha, de refletir e de ouvir o meu próprio silêncio. Aqui perco grande parte disso e, como consequência, sinto que não sou capaz de dar o meu máximo no dia seguinte, cansada e exausta daquilo que abdico em prol dos outros. Mas as coisas acontecem porque têm de acontecer, e esta experiência há de me trazer algo, nem que seja uma lição. E que me ensine a bater o pé, a lutar por aquilo que eu quero e a não deixar que outros me passem por cima. Espero estar a conseguir tornar-me numa voz capaz de se fazer ouvir. Hei de lá chegar. Agora vou fechar os olhos, pensar em tudo aquilo que a vida me forneceu de bom, e tentar dormir. Boa noite, mundo. 

sábado, 2 de setembro de 2017

Estilo de vida saudável.

Sempre me considerei uma pessoa que opta por soluções saudáveis e práticas. No entanto, há cerca de dois anos, descobri que sou intolerante ao glúten e à lactose. Esses dois fatores estiveram na base de muitos problemas com que, hoje, sou capaz de lidar. Vi-me obrigada a dar uma volta de 180º à minha rotina alimentar. E, primeiro que acertasse com a coisa, foi preciso cair algumas vezes. 
Neste momento, estou orgulhosa daquilo que consegui alcançar e do quanto progredi com esta mudança. Não tem a ver com perda de peso, mas com melhoria de autoestima e, convinhamos, menos idas ao hospital. Deixo-vos aqui um conjunto de opções saudáveis que não deixam de satisfazer os nossos desejos. No meu caso, adapto as receitas para que sejam sem glúten e sem lactose, contudo, vocês devem adaptá-las àquilo que o vosso organismo precisa. Estejam atentos às pequenas coisas que ele vos diz. Podem ser saudáveis readaptando e substituindo alimentos. Não deixem nunca de comer e lembrem-se que o verdadeiro sentido da palavra "dieta" consiste numa alimentação ponderada e saudável, adaptada às necessidades de cada um. Sejam felizes no vosso próprio corpo.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Bem-vindo, setembro.

Setembro é o mês dos recomeços, das novas oportunidades. É o mês que dá início a todo um ano letivo cheio de obstáculos pelo caminho. E cheio de coisas boas também. Espero que sejamos capazes de abrir os olhos às oportunidades que a vida nos oferece, e de abrir o coração para construirmos as nossas próprias histórias. Muita coisa vai mudar este mês, mas, sem criar demasiadas expectativas, vamos ser capazes de combater tudo o que vier. Força, não se esqueçam que recomeços pedem positividade. E que positividade atrai positividade.

Ele é a minha casa.

Que difícil é termos de nos despedir da pessoa que nos faz acordar com mais força todas as manhãs. Cada vez mais tenho a certeza de que é...