Admiro muito os casais que têm a coragem de se manterem ligados mesmo que, como em alguns casos a que já assisti, sejam separados por um país ou um oceano. Quando é verdadeiro, é bom e toda a força se nota em mensagens, em laços, em conversas... enfim, em carinhos que se fazem sentir quando não se pode tocar.
Eu não considero que namore à distância, mas a verdade é que, por muito que custe, estudo numa cidade diferente daquela onde nasci e, quando optei por fazê-lo, fi-lo porque realmente queria, porque dar asas ao meu sonho era (e é) o meu objetivo. Quando fiz esta escolha, fi-la ciente dos riscos, ciente daquilo que poderia vir a perder... mas também das inúmeras coisas que viria a ganhar. E ganhei tantas.
Como é óbvio, também nós tivemos receios e fomos invadidos por muitas dúvidas, mas, no fundo, sabíamos que nos teríamos sempre um ao outro, estando ou não a quilómetros de distância.
Há fins de semana em que, apesar de ele me fazer questão de ir esperar, só vejo o meu namorado num dia. E se custa? Custa muito, claro. Por muito que custe admitir, a presença física é crucial num relacionamento. Os abraços, os beijos e as trocas de olhares não se substituem com nenhuma outra coisa. Mas, igualmente importante, é a aprendizagem que retiramos de tudo isto. Aprendemos que a presença física não é tudo, que, por vezes, não precisamos de fazer, mas sim de ser. Aprendemos a ter de ligar um ao outro para desabafar, ou a ligar apenas para contar o episódio hilariante a que acabamos de assistir à nossa frente. Aprendemos a partilhar as alegrias, mas também as tristezas. Aprendemos a falar de tudo um com o outro: daquilo que nos faz bem e daquilo que não nos faz tão bem. Aprendemos a chorar, a rir e a crescer juntos. Aprendemos, essencialmente, a confiar um no outro e a valorizar, ainda mais, os momentos em que estamos juntos. Se as férias já eram boas... agora são muito mais. Se o tempo que passávamos juntos já era bom, agora é o melhor do mundo. Não sei viver sem a presença dele. E, às vezes, só preciso de uma fotografia nossa, de um "não te esqueças de comer" ou de um "boa sorte, vais arrasar", para ficar bem. Às vezes só preciso de me lembrar do quão generosa a vida foi comigo para me levantar e seguir em frente, com força, para mais uma semana.
Daqui a uns minutos estarei em viagem... e confesso que a vontade é praticamente nula. Mas, felizmente, tenho a meu lado pessoas que fazem questão de me relembrar a razão de tudo isto. E eu prometi que não falhava, que não desistia... darei o melhor de mim, esperando que, daqui a cerca de dois anos e pouco, serei formada e estarei pronta para viver a vida pela qual tanto lutei... ao lado dele.
Olá. Este blog sou eu. Sou eu, as minhas emoções e imperfeições. Espero que gostem tanto de o ler como eu de o partilhar.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
sábado, 26 de novembro de 2016
Hoje vou falar dele.
Ele... a pessoa que mudou a minha vida. Somos novos, é certo, mas temos tantas certezas. Crescemos juntos, amadurecemos juntos e, parte daquilo que somos hoje, construímo-lo de mãos dadas.
Como já referi aqui, eu tenho um porto seguro. Um porto seguro e assente que me espera todas as sextas-feiras e que me leva todos os domingos. É o meu alicerce e a minha grande motivação. Quem me conhece sabe que eu valorizo muito a minha família e os meus amigos... considero as pessoas que me rodeiam e que me fazem sorrir no bem mais precioso que tenho. Por isso, custa-me muito ter de deixá-los semana após semana.
No entanto, tenho um apoio inigualável... o dele. Ele sabe que adoro o que faço e aquilo para que estudo, e nunca desiste de não me fazer desistir. Insiste comigo, faz-me continuar a lutar. Lembra-me todos os dias do quão bom foi conhecê-lo e da oportunidade que a vida me voltou a dar. Oportunidade que eu não quero nunca deixar ir. Não sabia que, um dia, iria ter a sorte de ter uma pessoa a meu lado que me compreendesse tanto como ele o faz, que me ajude tanto e que me forneça tanta força. Nunca pensei que teria alguém a dar o melhor de si para me ver sorrir, alguém que viria ter comigo a qualquer hora só para me abraçar. Alguém que fique acordado para me ouvir desabafar do dia-a-dia. Alguém que, mesmo com inúmeras coisas por fazer, abdica do seu tempo para me olhar nos olhos e dizer "vais ver que tudo vai ficar bem". Que eu nunca me habitue à tua ausência e que possamos, sempre, ser o exemplo que somos um para o outro. Obrigada por dares o melhor de ti e por me fazeres ser o melhor de mim também.
Como já referi aqui, eu tenho um porto seguro. Um porto seguro e assente que me espera todas as sextas-feiras e que me leva todos os domingos. É o meu alicerce e a minha grande motivação. Quem me conhece sabe que eu valorizo muito a minha família e os meus amigos... considero as pessoas que me rodeiam e que me fazem sorrir no bem mais precioso que tenho. Por isso, custa-me muito ter de deixá-los semana após semana.
No entanto, tenho um apoio inigualável... o dele. Ele sabe que adoro o que faço e aquilo para que estudo, e nunca desiste de não me fazer desistir. Insiste comigo, faz-me continuar a lutar. Lembra-me todos os dias do quão bom foi conhecê-lo e da oportunidade que a vida me voltou a dar. Oportunidade que eu não quero nunca deixar ir. Não sabia que, um dia, iria ter a sorte de ter uma pessoa a meu lado que me compreendesse tanto como ele o faz, que me ajude tanto e que me forneça tanta força. Nunca pensei que teria alguém a dar o melhor de si para me ver sorrir, alguém que viria ter comigo a qualquer hora só para me abraçar. Alguém que fique acordado para me ouvir desabafar do dia-a-dia. Alguém que, mesmo com inúmeras coisas por fazer, abdica do seu tempo para me olhar nos olhos e dizer "vais ver que tudo vai ficar bem". Que eu nunca me habitue à tua ausência e que possamos, sempre, ser o exemplo que somos um para o outro. Obrigada por dares o melhor de ti e por me fazeres ser o melhor de mim também.
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
Almost home.
Hoje é quinta-feira, aquele que, para mim, é um dos dias mais difíceis da semana. Apesar de estar muito perto da sexta, o grande dia de todas as semanas, a quinta é um dia que sugere cansaço, falta de ânimo pela semana, às vezes tortuosa, que se fez sentir. A quinta-feira é um meio termo... e eu não aprecio de meios termos. Por um lado, leva-nos ao desgaste de já ter passado pelo domingo à noite, pela segunda, pela terça e pela quarta. O que, dito assim, parece tanto tempo... E, de facto, para quem está longe, é mesmo.
Numa outra perspetiva, a quinta é o dia em que posso suspirar de alívio e dizer "amanhã volto para junto dos meus"... e que sensação boa essa.
Na verdade, o facto de termos de encontrar um paralelismo e criar uma espécie de outra vida cá, também é bom. Faz-nos crescer e adotar outras perspetivas. Mas, melhor do que tudo isso, a distância faz-nos valorizar aquilo que temos. Faz-nos ansiar cada vez mais por pequenos momentos. Faz-nos odiar cada partida, é certo, mas leva-nos a amar cada chegada. E é um amor tão bom. É uma sensação tão gratificante a de chegar ao pé deles todas as sextas-feiras. É bom sentirmos que temos alguém para onde ir. Um porto seguro. Um abraço pronto para nos receber. É das melhores coisas do mundo, e é essa mesma sensação que me faz acordar todos os dias com motivação para continuar.
Numa outra perspetiva, a quinta é o dia em que posso suspirar de alívio e dizer "amanhã volto para junto dos meus"... e que sensação boa essa.
Na verdade, o facto de termos de encontrar um paralelismo e criar uma espécie de outra vida cá, também é bom. Faz-nos crescer e adotar outras perspetivas. Mas, melhor do que tudo isso, a distância faz-nos valorizar aquilo que temos. Faz-nos ansiar cada vez mais por pequenos momentos. Faz-nos odiar cada partida, é certo, mas leva-nos a amar cada chegada. E é um amor tão bom. É uma sensação tão gratificante a de chegar ao pé deles todas as sextas-feiras. É bom sentirmos que temos alguém para onde ir. Um porto seguro. Um abraço pronto para nos receber. É das melhores coisas do mundo, e é essa mesma sensação que me faz acordar todos os dias com motivação para continuar.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Monday morning.
É segunda de manhã. A chuva e o frio que se fazem sentir lá fora fornecem uma vontade enorme de voltar para baixo dos cobertores... mas não posso, a minha vida está do lado de fora da porta. Durante esta semana de "mini férias", repus energias, delineei objetivos e espero estar pronta para voltar à carga. Já vim cá para baixo, já deixei a minha gente. Mas é um deixar em presença física, apenas, porque eu estou sempre com eles, e eles estão sempre comigo. São o meu apoio, o meu suporte, a minha motivação. Que venha mais um semestre e que todos sejamos capazes de concretizar mais uns tantos objetivos.
sábado, 19 de novembro de 2016
Olá
Este é o meu cantinho. A minha pequena escapatória. A minha fuga da realidade. É aqui que exploro sentimentos e liberto o que está cá dentro. É a melhor e, talvez a única, forma que tenho de me expressar. Quando o coração aperta ou quando a felicidade é impossível de expressar, eu escrevo. E escrevo porque isso me faz sentir bem. Espero, sinceramente, que aquilo que passo para o "papel" possa ajudar, de alguma forma, outro alguém.
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